03 dezembro 2013

É só cagalhões? Nem um cadinhe de sultura?


É pecize tê lata numa terra destas linda k'mó sol e xêa de xérifes e kemandantes, ladrões e kemilões, palháces e refilões e xótinhas sem travões e más coizas treminadas em ões. 

Ma même sére este pôve na tem vargonha na cara? É obra. Mas este pôve arrebetô cuma terra e même assim inda p'ái anda de fate intêre e barba fêta a dezer k'afinal o cagalhão é ke tinha a culpa e xke na sabiem de nada? Olhem ke na vem a rabana, á ó.

Pus vistes a sêta na bastava o xtrague ke já tinhem fête c'agora forem pá merdátona. Só se na sabem cum cagalhão só s'aguenta à tona su kemer for fajuada. Na merdatóna. Más um bárke arrombade k'agora vai ser afundáde.

Á migues na se ponhem à tabela e essa gatenage inda arrebenta ca onda do Má Cára. Xkaté os recifes conseguirem interrar. Kem interra os recifes interra tude. 

Sabem o ke dezia o Pilinhas? Kerem um bom concelhe? Pergante pa boca abáxe é o kié. Ó mênes têmes a certeza ke na saem más cagalhões. Antes sultura e os bêces àssebiar do ke cagalhões. Xta cãos

Correm, correm mas só se for pa lá das bóias cuma lagacêra de rabioza kús avéra de levar pa lá da Figuera c'mó Raul. Pe falar na pecenagem: Áviva! Abre o ôlhe e solta o cagalhão k'inda p'aí anda. Aprevêta, limpa o cêsse e descarrega o ótoclisme e vái xpurar os Rês pa lá da foz. Hádem fazer uma rica pecissão.

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