08 agosto 2012

RABANA ANDA ÀRREBEKAR AS MENHÉS DOS XAMBRES PUS CABÊLES


Ó tempe ke na se via a rabana! Ó tempe! Mas voltô. É verdade à lés! A rabana já na bastava ter desaparcide, despois dos xinêzes darem conta d'acassar os cães e gates desta terra linda k'mó sol, k'agora voltô p'árrebecar, pus cabêles, as melhés dos xambres pós armazéns da cambra, pó lade do ilétecista da Pardanêra. Despois d'andarem todas tezas pe terem tude xê até ó natal, e d'andarem a comprar pranchas às pestações, forem todas arrebecadas e ajuntadas no armazém. 
Ó ke parece, o ke dizem as boas línguas (akelas lambedêras), vão todas pa um contentor pa serem vendidas c'mós viades. 
Parece k'esta é a próxima aposta da cambra pa xpertar uma xpécie k'abunda, em xcesse. Despois dos viades, agora são as xambristas e a seguir são as cabriolas ke pái andem cus palékes inkuante os homens tão a trabalhar nas xplanadas.
Kôme se pode ver na fetegrafia o negóce já tá em sélfe sérvisse. 
Assim imáges k'más ke tão in báxe vão ser difícéles de voltar a ver.
Mal impregáde!
Desta forma, e com grande pena do Rê dos Xambres, nunca más se vai óvir o refrão:
Há xambres
Há rumes
Há murres nos ólhes
Há sopa e tem rôpa
Há cuecas ós fólhes...

Parece ke já há um comprador, óriunde de Penalva do Castéle, intressade neste mágnifike predute e xe ke já ofreceu 40 oires o kile, mas pode-se xegar a 50 se for bem" negueciade" e su Rê Aldrabão peder meter ó bolse.

Á viva ke kóke dia é ele ke vai na rabana!
Na fui eu ke disse... Óvirem?



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