17 dezembro 2011

Xigadélas no Sebêrke ó Pôr do Sol


Os tempes tão même medades. Despois de toda a gente saber do ke se passa na nossa terra acerca de xókes em cadêa entre máxes barbudes, atão não é k'agora kemeçarem a saltar do picaróle cuns sakes às costas, e inda pe riba, inkestades uns ós otres pe trazéles, o ke pode levar ógumas mentes pecaminozas a axar ku ke se passa é algue prigôze pá subsistência da raça.
P'além disse é uma falta de respête esta nova medernice já ke homem k'é homem na pecisa de sakes pa saltar dali. Côme diz o ditade "Folha de guardanape, ó môrre ó xcápe". Iste já não é côme antigamente em ke se pedia saltar de carre, de becicleta, e até figurifes saltavam sem dar cavake a ninguém, agora saltam com sakes do medêle come uns robidós kókeres. Há ke mandar estes palékes pá terra deles e se kizerem dar saltes ke vão pá xcola de saltes do bastinhas ke com gêtinhe inda precrião com ógum garanhão. 
É uma pôca vergonha. Um homem é um homem. Dêxem-se de marikices, e os bombêres tamém têm de arreceber ógum k'o senão fikem a dever a áuga e a luz e pecisam de izercitar os gémeos a sebir pu barre acima até às canas.
Já sê ke podem cazar, mas saltar?????  Aí já não há ninguém ke ande atrás desta gente e ke lhes acerte kuma rekevêra? Tá o munde perdide...

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